Veja como ficou a sede do SINTE depois da Reforma

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sem avanço, categoria não que discurso, quer proposta...!

É bom enfatizar que mesmo tendo acontecido o encontro proposto pela Câmara com os professores, vereadores e assessores do executivo, ontem(terça feira 01/03/2011). Neste não aconteceu avanço nenhum, visto que a categoria havia entregado uma proposta ao governo municipal, não teve resposta, e no citado encontro, os dois vereadores que representam o prefeito se detiveram simplesmente a alegarem que a proposta do executivo é a que está no projeto, que não interessa a categoria. Tanto é verdade que tem professores propondo a permanência do plano anterior, que está caduco, é muito fraco e indigno.


É esse o tamanho do absurdo que está sendo proposto pelos que representam o patronato municipal aos profissionais da educação deste município.

Não estamos negando aqui que não houve a tentativa do diálogo, mas que até agora a iniciativa dos que representam o governo tem sido só protelatória. Agora estamos sentindo a perspectiva de apoio pela maioria dos vereadores, e, é claro, seguindo com cautela, a busca de avanços que melhore o fracassado projeto proposto pelos lideres do poder.

A próxima rodada de negociação ficou agendada para essa 5ª feira(03/03/2011) às 13 horas na Casa Legislativa e esperamos que venha do prefeito, uma proposta de elevação do Salário base de todos os níveis, visto que hoje esses valores são em torno de R$ 540,00, quando a Lei 11.738 estabelece que o menor salário pago ao professor de menor nível, não deve ser inferior a R$ 897,97.

Nesta reunião de quinta(03/03) esperamos que os trabalhadores da educação e os pais de alunos participem, porque assim a comunidade conhece verdadeiramente quem está apresentando interesse para o final do conflito(greve). Vão, essa discussão também lhes interessam, final de contas, a educação publica é você quem paga.

3 comentários:

Anônimo disse...

Senhor prefeito será que você conseque dormir em paz?
Cara avance um pouco dê uma carta de credito para sua secretaria de educação a pobre fica no meio da guerra sem poder da uma misera opinião sentem-se monte uma proposta mas uma proposta viavel que agrade a todos, sua excelencia sabe que é possivel ou se não tem possibilidade como vocês afirmam que não, prove mostre provas não só para nós mas para o Ministerio da Educação, MEC, enfim, peça ajuda porque os professores vão pedir audiencia publica, e ai como fica?
Será que o dinheiro não dá mesmo? Caro prefeito pense nisso!

Anônimo disse...

Em um processo de negociação é normal que ambas as partes cedam, mas o que me parece é que nessa, nenhuma das partes envolvidas estão pensando no alvo desse tirroteio, o ALUNO.È hora de PROFESSORES e PREFEITO cederem e pensar mais no ALUNO.

Operários da Educação disse...

O que aparenta para a sociedade é que os professores estão sendo radicais e inflexíveis nessas ocasiões que foram chamados para negociação. Acontece que esses momentos de sentada, em sua maioria, foram propostos pelos representantes da categoria que em cada encontro apresentou propostas diferentes, porque queria avançar nas negociações e também preocupada com os alunos sem aula. Só que por parte do Prefeito não surgiu proposta diferente da original que, repito, é muito mais denigrente do que a ora em vigor, instituída há década e como tal necessita ser reformada. Portanto quem não quer negociar é o prefeito que certamente, vai esperar para, em algum momento, se utilizar dos instintos do poder conservador para ameaçar, suspender salários, pedir ilegalidade da greve e outros mais. Só que no processo da luta isso tem que ser constatado e tanto a categoria, como a população se concretizar disso.